Liberação Miofascial: O Que a Ciência Realmente Diz Sobre Essa Técnica
- Karen Bassi Fernandes da Silva
- 10 de nov.
- 2 min de leitura
A liberação miofascial tem ganhado cada vez mais espaço nas clínicas de fisioterapia, academias e até nas rotinas de atletas e praticantes de atividade física. Mas afinal, o que a ciência diz sobre a eficácia dessa técnica tão popular?
Antes de tudo, é importante entender o que ela é.A fáscia é uma espécie de tecido conectivo que envolve músculos, ossos e articulações funcionando como uma “rede” que dá suporte e mantém o corpo unido. Quando essa fáscia sofre restrições (por tensão, sobrecarga, má postura ou lesões), podem surgir dores, rigidez e limitação de movimento.A liberação miofascial atua exatamente aí. Com manobras manuais ou instrumentos específicos, o fisioterapeuta busca restaurar a mobilidade da fáscia, reduzir a dor e melhorar a função muscular.
Pesquisas apontam que a liberação miofascial pode trazer benefícios imediatos, como:
· Redução da sensação de dor e tensão muscular;
· Melhora da amplitude de movimento;
· Sensação de leveza e relaxamento muscular.
Esses efeitos são especialmente úteis para quem treina com frequência ou passa longos períodos em uma mesma posição como atletas, corredores ou pessoas que trabalham sentadas por muito tempo.
Os efeitos são mais significativos quando a técnica é associada a outras abordagens fisioterapêuticas, como exercícios de fortalecimento, alongamento e reeducação postural.Ou seja: a liberação miofascial sozinha pode aliviar, mas quando integrada a um plano completo de tratamento, potencializa os resultados e contribui para uma recuperação mais duradoura.
Se você sente rigidez muscular, dores recorrentes ou quer melhorar seu desempenho nos treinos, a liberação miofascial pode ser uma excelente aliada.Agende uma avaliação e descubra como essa técnica pode ajudar o seu corpo a se movimentar melhor e sem dor!

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