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Até onde devo corrigir minha corrida?

  • Foto do escritor: Karen Bassi Fernandes da Silva
    Karen Bassi Fernandes da Silva
  • 29 de ago. de 2022
  • 1 min de leitura

O mercado que se criou em cima da corrida é imensurável. Tênis, vestimentas, bolsa de hidratação, esteira, provas e claro, as avaliações biomecânicas da corrida


Quem não gosta de ser avaliado? De alguém ir ali e te falar o que pode melhorar e te provar por A + B onde está o "problema", com vídeos, plataformas 3D e por aí vai


Mas até onde isso é necessário?


A literatura ensina profissionais da saúde e do esporte como é a corrida perfeita. Onde empurrar, onde aplicar força, quanto deve inclinar. Mas muitas vezes, acontece um excesso de investigação


Já vi muitos pacientes que não sentem dor (e tratam outras questões, não relacionada a corrida) mas que a biomecânica não é grandes coisas. Devo corrigir?! Será que é bom mexer quando não se tem problema ou lesão?!


Aí é que está: a lesão ou a dor é que será o motivo pra essa correção. Nosso corpo se adapta. Se eu exagero, meu corpo não tem tempo de se adaptar. Aí sim, pode ser que inicie um processo de dor, porque aumentei o volume (tempo, velocidade, por aí vai)


Mais importante que corrigir o movimento da corrida, é entender o que está acontecendo com esse paciente, a história por trás, se já teve dor, se faz fortalecimento além da corrida. E depois, entender se essa corrida está com excessos

 
 
 

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